Libertação Parte 2
Dispneia interna, desassossego exterior
Quando alcancei a liberdade, eu estava sem fôlego
Minha avó perguntou-me por que eu estava correndo
Acho que é pela mesma razão pela qual o sol está ensolarando
Pela qual as mães estão dando à luz
E pela qual alguns dizem que Jesus está vindo
Pelo que sei, a terra está girando devagar
Sóis a meio mastro, as massas não são incandescendentes
De joelhos, prostrado diante de uma árvore plantada
Eu fiz a floresta processar-me
Mesas e cadeiras
Papéis e orações
Matéria contra o espírito
Uma escada de metal
Uma cruz de madeira
Uma garrafa plástica da água
Uma mandala presa no vidro
Um espírito preso na carne
Som das cavidades
O grosso do muco liberado pela paixão
Um homem que chora ao dormir
Uma verdade que saiu de moda
Uma forma da expressão
Uma pintura salpicada na parede
Uma caixa de cigarros
Um buquê de cadáveres
Uma floresta morrendo
Um jardim cultivado
Uma prisão privatizada
Uma vela com um pavio quebrado
Uma poça que reflete o sol
Um pedaço de papel com o meu nome
Estou cercado
Eu me rendo
Tudo
Tudo que sou, eu fui
Tudo que eu fui foi um longo caminho trilhado
Eu estou me tornando tudo que eu sou
A saliva no adaptador da flauta
Não ouvida, mas sentida
Uma umidade recolhida
Uma umidade quieta
Som preso em uma bolha
Liberado no vento
Companheiros do vento e comerciantes da terra
Nós somos o detergente da história
Solúvel em água, partículas claras, artigos para limpeza do ar
Artigos que emendam a morte
Estas palavras não são ferramentas de comunicação
São estilhaços de metal
Lançados de oito janelas da história
São cachoeiras e canos de descaga
Pensamentos envelhecidos enrolados em folhas de tabaco
As ferramentas de um comércio
Barbeiros barrados, barreiras comerciais
Slogans e mal-entendidos
Mas eles não repreentam o que eu sinto quando estou sozinho
Cercado por tudo e por nada
E não há uma palavra ou uma frase a ser travadas
Um verso a ser recitado
Um homem para esvaziar meu ser
Eu sou o vazio, o centro contido em um " O"
O conteúdo piramidal de um "A"
Eu estou no meio de tudo que eu aprendi
Tudo que eu memorizei
Tudo que sei de cor
Incapaz de alcançar alguma dessas coisa
Não há nenhuma tristeza
Não há nenhuma felicidade
É uma memória esquecida
Uma rota de fuga memorável só encontrada por quem não olha
Lá, na espinha do dicionário, as palavras são inúteis
Elas são um mero peso sobre a minha negligência
Mas quem pode falar de negligência com mais propriedade
Quem mais aprendeu a discorrer estas idéias antigas
como ratos mortos pendurados pelas caudas
para não contaminar esta pele recém-hidratada
Eu não consigo pensar em nada mais pesado do que um avião
Eu não consigo pensar em um conglomerado maior de aço e metal
Eu não consigo pensar em nada com menos probabilidade de voar
Não há asas mais pesadas
Eu também já senti um peso grande
O olhar fixo de um homem julgando o meu ser
Sim, eu sou um sem-teto
Um homem desabrigado que faz oferendas ao pós-futuro
Esculpindo seringais a partir de pneus gastos e solas de sapato
Uma nação unificada pela exalação
Uma nuvem de fumaça
Uma cerimônia nativa de cachimbo
Todas as pontas de cigarro recolhidas empilhadas em montes
Montanhas cobertas de neve
Batons manchados e enrugados
Oferendas para um outro mundo
Injetores do tatuagem e envoltórios plásticos
Zippers quebrados e bonecas de olhos mortos
Tudo me esmaga, carvalho e olmo
Tenho semeado uma floresta de mim
Livros pequenos de árvores altas
Não importa do que este papel seja feito
Dê-me cadernos feitos da carne humana
Secado nos ganchos e nós de aço
Faça usos do uso, usos de nós
Tudo me esmaga, carvalho e olmo
Tenho semeado uma floresta de mim
Livros pequenos de árvores altas
De joelhos, prostrado diante de uma árvore plantada
Eu fiz a floresta processar-me
Mesas e cadeiras
Papéis e orações
Matéria contra o espírito, através da meditação
Eu programo meu coração para pulsar batidas de break e fazer linhas de baixo na exalação
Ouça Blackalicious: "Release Pt. 2'
Ouça Blackalicious: "Release Pt. 1, 2, 3"
Quando alcancei a liberdade, eu estava sem fôlego
Minha avó perguntou-me por que eu estava correndo
Acho que é pela mesma razão pela qual o sol está ensolarando
Pela qual as mães estão dando à luz
E pela qual alguns dizem que Jesus está vindo
Pelo que sei, a terra está girando devagar
Sóis a meio mastro, as massas não são incandescendentes
De joelhos, prostrado diante de uma árvore plantada
Eu fiz a floresta processar-me
Mesas e cadeiras
Papéis e orações
Matéria contra o espírito
Uma escada de metal
Uma cruz de madeira
Uma garrafa plástica da água
Uma mandala presa no vidro
Um espírito preso na carne
Som das cavidades
O grosso do muco liberado pela paixão
Um homem que chora ao dormir
Uma verdade que saiu de moda
Uma forma da expressão
Uma pintura salpicada na parede
Uma caixa de cigarros
Um buquê de cadáveres
Uma floresta morrendo
Um jardim cultivado
Uma prisão privatizada
Uma vela com um pavio quebrado
Uma poça que reflete o sol
Um pedaço de papel com o meu nome
Estou cercado
Eu me rendo
Tudo
Tudo que sou, eu fui
Tudo que eu fui foi um longo caminho trilhado
Eu estou me tornando tudo que eu sou
A saliva no adaptador da flauta
Não ouvida, mas sentida
Uma umidade recolhida
Uma umidade quieta
Som preso em uma bolha
Liberado no vento
Companheiros do vento e comerciantes da terra
Nós somos o detergente da história
Solúvel em água, partículas claras, artigos para limpeza do ar
Artigos que emendam a morte
Estas palavras não são ferramentas de comunicação
São estilhaços de metal
Lançados de oito janelas da história
São cachoeiras e canos de descaga
Pensamentos envelhecidos enrolados em folhas de tabaco
As ferramentas de um comércio
Barbeiros barrados, barreiras comerciais
Slogans e mal-entendidos
Mas eles não repreentam o que eu sinto quando estou sozinho
Cercado por tudo e por nada
E não há uma palavra ou uma frase a ser travadas
Um verso a ser recitado
Um homem para esvaziar meu ser
Eu sou o vazio, o centro contido em um " O"
O conteúdo piramidal de um "A"
Eu estou no meio de tudo que eu aprendi
Tudo que eu memorizei
Tudo que sei de cor
Incapaz de alcançar alguma dessas coisa
Não há nenhuma tristeza
Não há nenhuma felicidade
É uma memória esquecida
Uma rota de fuga memorável só encontrada por quem não olha
Lá, na espinha do dicionário, as palavras são inúteis
Elas são um mero peso sobre a minha negligência
Mas quem pode falar de negligência com mais propriedade
Quem mais aprendeu a discorrer estas idéias antigas
como ratos mortos pendurados pelas caudas
para não contaminar esta pele recém-hidratada
Eu não consigo pensar em nada mais pesado do que um avião
Eu não consigo pensar em um conglomerado maior de aço e metal
Eu não consigo pensar em nada com menos probabilidade de voar
Não há asas mais pesadas
Eu também já senti um peso grande
O olhar fixo de um homem julgando o meu ser
Sim, eu sou um sem-teto
Um homem desabrigado que faz oferendas ao pós-futuro
Esculpindo seringais a partir de pneus gastos e solas de sapato
Uma nação unificada pela exalação
Uma nuvem de fumaça
Uma cerimônia nativa de cachimbo
Todas as pontas de cigarro recolhidas empilhadas em montes
Montanhas cobertas de neve
Batons manchados e enrugados
Oferendas para um outro mundo
Injetores do tatuagem e envoltórios plásticos
Zippers quebrados e bonecas de olhos mortos
Tudo me esmaga, carvalho e olmo
Tenho semeado uma floresta de mim
Livros pequenos de árvores altas
Não importa do que este papel seja feito
Dê-me cadernos feitos da carne humana
Secado nos ganchos e nós de aço
Faça usos do uso, usos de nós
Tudo me esmaga, carvalho e olmo
Tenho semeado uma floresta de mim
Livros pequenos de árvores altas
De joelhos, prostrado diante de uma árvore plantada
Eu fiz a floresta processar-me
Mesas e cadeiras
Papéis e orações
Matéria contra o espírito, através da meditação
Eu programo meu coração para pulsar batidas de break e fazer linhas de baixo na exalação
Ouça Blackalicious: "Release Pt. 2'
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