Eis que leio esta reflexão estética enviada pelo amigo, e coautor do livro que devemos lançar até o fim do ano, Leo Sales:
"O
dramaturgo polonês Witold Gombrowicz levou até as últimas conseqüências a
importância dessa deformidade, desse inacabamento, do que ele chamou de imaturidade
necessária ao artista. Diz Gombrowicz que o escritor é um amante da
Imaturidade, assim como o homem adulto e acabado é tentado pelo jovem, pelo
inferior, pelo irresponsável, pelo leviano, pois é onde a vida se encontra em estado mais embrionário, onde a forma ainda
não pegou inteiramente".
(Peter Paul Peubart - "A gorda saúde dominante")
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