Que na rua, com folhetos toscamente grampeados, chegam sem pedir ("licença?") e interrompem papos impo(rtan(ten))tes, vendem seu trabalho a dois reais e
Não temem a empáfia,
Não param na segunda dose,
Dormem em catres,
Frequentam prostitutas e a Central do Brasil.
Veneráveis bardos-por mais que seus nomes jamais figurem numa antologia foda-se já estão em Pasárgada!
São eles os poetas verdadeiros. Os outros somos imitadores.
* Vinicius de Moraes
3 comentários:
Tava aqui perdida sem tradução para o que ia em minha alma até que li seu poema e ouvi essa música que você postou... E ainda há quem não acredite em sincronicidade...
Heróis. Tornam-se Filhos e Pais da Arte. Donos d si mesmo.
Uma vez coragem. Agora é tarde.
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