quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Kiyiya vur an insanlik

Nessa praia,
crianças brincam de guerra
com armas imaginárias.
Naquela do Mediterrâneo
se afogam os refugiados
do óleo e da água.

Castelos de areia
protegem a Europa
Dos Filhos de Deus
sem herança
que não sabem nadar.

Nas fronteiras traçadas
por publicitários
e madrassas
morre-se
engolfado no céu
refugado no mar.



Um comentário:

Luiz Zahar disse...

Quando acabar, os malucos somos nós